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publicado em 25/07/2012 às 04h50.
Batismo no presídio de Araraquara
Mulheres esperam em Deus uma nova oportunidade de mudar de vida

Estar na condição de preso por algum delito cometido, às vezes não é sinônimo de arrependimento; pelo contrário, é o local ideal para repensar no plano que deu errado. Um roubo, um assalto à mão armada, pequenos furtos, tráfico, enfim. A criminalidade tem levado homens e, principalmente mulheres, muitas delas casadas ou com filhos pequenos, a entrar nesse caminho julgado pela própria sociedade como "caminho sem volta".
E quem quer saber dessas pessoas? Que tipo de ajuda recebem para tornar-se um indivíduo considerado "correto" à sociedade? Qual apoio psicológico recebem os familiares para saberem lidar com essa realidade?
Pensando no auxílio espiritual, voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) levam a detentos e a seus familiares a fé, que tem papel fundamental para a transformação de uma pessoa que se encontra em qualquer situação difícil e necessitam de uma oportunidade para mudar de vida.
O trabalho
Aproximadamente a 270 km da capital paulista, um exemplo comprova isso tudo. A Cadeia Feminina de Santa Ernestina em Araraquara, no interior de São Paulo, recebe, às terças-feiras, obreiras que fazem a diferença na Delegacia de Polícia da cidade. O lugar provisório para receber detentas, tem capacidade para 20 mulheres, mas abriga hoje além do dobro.
Essas mulheres convivem com o aperto e a sujeira diariamente e contam com a ajuda das voluntárias que se dispõem uma vez por semana para levar produtos de higiene pessoal e limpeza, na tentativa de deixar o local, considerado a "casa" delas, com um aspecto melhor.
Além disso, uma vez por mês elas levam roupas limpas e agasalhos, que são entregues para as presas mais carentes e que não recebem visitas (muitas que estão lá são de outras cidades e até estados).
A cada encontro, elas são convidadas a participar de uma oração e ler a Bíblia, a fim de receberem de Deus conforto para o coração e um pouco de alívio para a saudade de casa.

A recompensa
Durante esses encontros, foi realizado o batismo para aquelas que estavam arrependidas e aceitaram a Jesus como seu Único Senhor. Foi colocada uma piscina com água e o pastor Fabio Torres foi até o local para batizá-las. Proibidas de terem algum tipo de contato com as voluntárias, essas mulheres esperam em Deus uma nova oportunidade de mudar de vida e diminuir os dias que passam recolhidas.
Na saída das águas, sepultam a velha criatura e nascem para uma nova vida em aliança com Deus, prometendo que vão buscá-LO em primeiro lugar. Ao final, cada uma delas recebeu o livro "Nos passos de Jesus", do bispo Edir Macedo.
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3 Comentário(s)
RUBENS DE OLIVEIRA JUNIOR Postado em:
Faço parte deste Grupo de Evangelização em Unidades Prisionais e através do Espirito Santo estamos nos empenhado em ganhar muitas almas para o Reino de Deus, afinal o tempo esta se acabando!
leopoldina Postado em:
Que Deus continue dando forças para que quando essas pessoas sairem de lá; sairem fortificadas contra as ciladas do diabo
Fernanda Postado em:
Tá ligado! esse é o trabalho da fé da iurd! e ao contrario do que muitos pensam, nosso maior objetivo é sim, a salvação das almas.
